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A Sagrada Escritura é o conjunto dos livros escritos por inspiração divina, nos quais Deus se revela a si mesmo e nos dá a conhecer o mistério da sua vontade.

O Antigo Testamento contém a revelação feita por Deus antes da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo ao mundo.

O Novo Testamento contéma revelação feita directamente por Jesus Cristo e transmitida pelos Apóstolos e outros autores sagrados. «A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas» (Dei Verbum 9)


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sábado, 22 de setembro de 2012

XVIII SEMANA BÍBLICA DIOCESANA EM SÃO MIGUEL AÇORES



 
É já no próximo dia 26 de Novembro que arranca em Ponta Delgada, mais uma edição da Semana Bíblica Diocesana dos Açores organizada pelo Secretariado Bíblico de São Miguel.
Esta será a décima oitava vez que a ilha de São Miguel recebe tão ilustre acontecimento, que tem por objectivo aprofundar o conhecimento sobre a Sagrada Escritura, descobrindo assim as maravilhas da Palavra de Deus nesse livro Sagrado que Deus usa para falar ao nosso coração.


A 18ª Semana Bíblica  é dedicada aos “Desafios da Nova Evangelização”, o tema central do Sínodo dos Bispos, agendado para Outubro, no Vaticano. Os conferencistas convidados são o Frei Fernando Ventura, Franciscano Capuchinho, o Padre Cipriano Pacheco, Vigário Episcopal para a ilha de São Miguel e o Padre Manuel Barbosa, sacerdote Dehoniano e vice-presidente da União das Conferências Europeias dos Superiores/as Maiores.
 
Tal como nos anos anteriores a Semana Bíblica irá decorrer na igreja de Nossa Senhora de Fátima, localizada na cidade de Ponta Delgada na zona do Lajedo. Uma das novidades para este ano e atendendo aos tempos dificeis que se vivem, é que não serão necessárias inscrições, a entrada será livre e aberta a toda a comunidade.
 
 Este é assim o maior evento Bíblico organizado nos Açores e que em anos anteriores tem recebido diáriamente ao longo da semana mais de duzentos participantes, que com a Bíblia na Mão e Deus no coração fazem a Festa da Palavra.

Os Conferencistas da Semana Bíblica 2012

                                                             Padre Manuel Barbosa

Frequentou o Seminário Missionário Pe. Dehon (Fânzeres, Gondomar) e o Instituto Missionário Sagrado Coração, em Coimbra. Em 1976 iniciou, na Casa Sagrado Coração, em Aveiro, o ano de noviciado, emitindo a Profissão Religiosa na Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, a 7 de Outubro de 1977 e a Profissão Perpétua a 29 de Setembro de 1981. Completou os estudos teológicos na Universidade Católica Portuguesa e foi ordenado sacerdote a 12 de Agosto de 1984, no Seminário Missionário Padre Dehon.
Fez o Mestrado em Teologia Dogmática, na Universidade Católica Portuguesa e foi Assistente na mesma Universidade, leccionando na área da Eclesiologia, entre outras. Desempenhou as funções de Capelão Militar na Força Aérea Portuguesa, durante dois anos. A partir de 1990 estudou Teologia Sistemática, no Instituto Católico de Paris e na Universidade da Sorbonne, também em Paris, onde obteve o Diploma de Estudos Aprofundados. Ao mesmo tempo prestou assistência religiosa aos emigrantes portugueses na diocese de Evry-Corbeil-Essonnes.
A 1 de Julho de 2000 tornou-se Conselheiro Provincial e vice-Reitor do Seminário de Nossa Senhora de Fátima (escolasticado), em Alfragide. É Director do Secretariado Geral da Conferência Episcopal Portuguesa, desde Novembro de 2001.
Acualmente é o Vice presidente da União Europeia das Conferências dos Superiores/as Maiores.

Os conferencista da Semana Bíblica 2012

 
                                                            Padre Cipriano Pacheco

Vigário Episcopal para a ilha de São Miguel,  director Espiritual do Secretariado Bíblico de São Miguel, professor de História da Filosofia e de Estética e Teologia, licenciado em Histórico-Filosóficas pela Universidade dos Açores, e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade de S. Tomás de Aquino, Roma.

Os conferencista da Semana Bíblica 2012

                                                          Frei Fernando Ventura
 Franciscano capuchinho, nasceu em 1959. Teólogo e biblista, foi professor de Ciências Religiosas no ISCRA em Aveiro. É intérprete na Comissão Teológica Internacional da Santa Sé. Colabora, como tradutor, com diversos organismos internacionais, como a Ordem dos Capuchinhos, a OFS e a Federação Bíblica Mundial. Pertence ao quadro de redactores da revista Bíblica, onde assina artigos de aprofundamento teológico. Autor do primeiro estudo sobre Maria no Islamismo, lançou o livro Roteiro de Leitura da Bíblia (Editorial Presença). Ministra cursos e retiros, percorre o mundo, de convite em convite ou de conferência em conferência, como tradutor. É assíduo comentador de actualidade social e religiosa na SIC Notícias. A TSF escolheu-o como "figura do ano" em 2010.

sábado, 1 de setembro de 2012

Porquê quatro Evangelhos?

Santo Ireneu (séc.II) aplicou assim Ez 1, 4-14 e 10, 14 aos quatro Evangelistas: figura humana, Mateus;  leão, Marcos;
 touro, Lucas;  águia, João. E ajuda-nos a identificá-los.
A Igreja aceitou apenas os Quatro Evangelhos, escritos entre os anos 60 e 100. Porquê apenas quatro?
Parece que desde o princípio da Igreja houve uma certa propensão para o uso de um único Evangelho. Isso não significa que se negasse a autoridade dos outros. Naturalmente, os cristãos vindos do Judaísmo preferiam o Evangelho de Mateus, escrito sobretudo para lhes falar da relação de Cristo com a Lei de Moisés (Mt 5,17-7,29). Talvez tenham utilizado este Evangelho em discussões com os outros cristãos vindos da civilização helenista, que sustentavam não ser necessária a observância da Lei de Moisés (AT).
Marcião é também um caso especial a este respeito: usa o Evangelho de Lucas por lhe parecer o Evangelho que fala do amor de Deus, presente entre os homens em Jesus Cristo; mesmo assim, elimina algumas partes onde esse amor não lhe parece evidente ou onde se fala do Antigo Testamento, que ele rejeitou em bloco.
O movimento gnóstico utilizou e manipulou sobretudo o Evangelho de João (ver Jo 14,2-3; 17,16). Tassiano pretendia um compromisso entre as duas tendências (o uso de um único Evangelho e os quatro), harmonizando-os num só (o Diatesseron). Esta harmonização foi largamente seguida nas igrejas siríacas do Oriente, mas praticamente rejeitada nas igrejas ocidentais de língua grega e latina. De facto, fazendo dos Quatro Evangelhos apenas um só, destruíam-se as quatro teologias sobre Jesus, ficando apenas uma “História de Jesus”. Ora os Evangelhos são muito mais do que a História de Jesus.

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