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O Antigo Testamento contém a revelação feita por Deus antes da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo ao mundo.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Pe. Paulo Borges apresentou na XX Semana Bíblica Diocesana o tema "Família Cristã, que futuro?"

Pároco da Fajã de Baixo defende Cristianismo como “religião da família”

Pároco da Fajã de Baixo defende Cristianismo como “religião da família”
Pe Paulo Borges diz que a originalidade da matriz cristã reside na “doação gratuita”, está preocupado com o decréscimo dos casamentos católicos e pede tolerância para alguns divórcios
O cristianismo como “religião da família” apresenta a “sua originalidade singular na relação inter-humana como capacidade de doação gratuita”  e liberta “ a familia para si própria”, disse, na sua intervenção, esta quinta feira, o Pe Paulo Borges, pároco na Fajã de Baixo, em Ponta Delgada e responsável diocesano pela Pastoral da Saúde, durante o penúltimo dia da XX Semana Bíblica Diocesana dos Açores, que decorre até esta sexta feira em Ponta Delgada.
“O cristianismo liberta a família para si própria, lugar onde se aprende o valor das relações essenciais para a construção de seres humanos cada vez mais equilibradamente humanos. Já em 1981, S. João Paulo II, então Papa gritava em alta voz: Família, torna-te aquilo que és!”, lembrou o sacerdote, sublinhando que “a relação de alteridade, ou seja, o sair de si para ir ao encontro do outro é a relação fundante e orientadora da humanidade, que se realiza de forma mais originária na família”.
Mas, para isso, destaca o responsável diocesano, é preciso cultivar valores como a tolerância, o respeito, o dar-se ao outro de forma gratuita, seja na relação conjugal seja na relação parental.
O Pe. Paulo Borges mostrou-se, no entanto, preocupado com uma certa cultura “do descartável” e do “individualismo” em que não há tempo para a família, seja na relação com os mais velhos, seja na constituição de uma nova familia.
O sacerdote lembrou, a este propósito, os números dos casamentos (católicos, civis e segundo outros ritos) – 31693, dos quais apenas 11576 são católicos- e o crescente aumento do número de abortos no Serviço Regional de Saúde- perto das três centenas- , o que “é o reflexo do rosto da nossa sociedade e de todos os seus dramas humanos, sociais, afetivos e espirituais”, deixando uma interpelação à igreja católica nos Açores sobre se “está ou não preparada para responder a estas inquietações”.
O Pe Paulo Borges, que foi o penúltimo conferencista da XX Semana Bíblica, que termina já esta sexta feira, com uma intrevenção do Pe Ricardo Henriques, vice-reitor do Seminário Episcopal de Angra, sobre as questões da pastoral da família, levantou ainda a questão do divórcio, partindo  por um lado do Evangelho de Mateus e, por outro lado,  do instrumento de trabalho sinodal para sublinhar a necessidade de, com frontalidade, poder ser equacionado não como uma opção mas como uma solução para “certas situações”.
“No meu entender temos toda a legitimidade de, também hoje, levantar a questão: não será que pode haver razões ponderosas a serem equacionadas em que o divórcio se apresente como um possível caminho de solução de tantas pessoas poderem refazer as suas vidas, já mais maduros na decisão e sem o pesado manto da moral que esmaga o coração e a consciência, por um projeto de vida que falhou? Com certeza que sim!”, disse ainda o pe Paulo Borges.
De resto, o sacerdote lembrou que na Igreja Oriental Ortodoxa, essa possibilidade já é exequível e seria bom que se começasse a ensaiar “a via do perdão como experiência fundamental da vida familiar e a via para a reconciliação”.
“O perdão pela injustiça sofrida não é fácil, mas é um caminho que a graça torna possível” referindo que “deve-se olhar cada caso de forma diferenciada, numa atitude de acolhimento, escuta respeitosa e amor. Evitar toda a linguagem ou atitudes discriminatórias para os que estão numa situação irregular”.
A XX Semana Bíblica Diocesana dos Açores decorre em Ponta Delgada desde segunda feira e é uma organização do Secretariado Bíblico de São Miguel, em colaboração com a Diocese de Angra e com o Movimento de Dinamização Bíblica., que tem como tema “A Bíblia, o Evangelho da Família”.

Por: Carmo Rodeia
Fonte: www.igrejaacores.pt

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