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Bíblia Online

EVANGELHO QUOTIDIANO

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Quinta- feira Santa * Missa vespertina da Ceia do Senhor

                                                Evangelho segundo São João 13,1-15.

Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.
No decorrer da ceia, tendo já o Demónio metido no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, a ideia de O entregar,
Jesus, sabendo que o Pai Lhe tinha dado toda a autoridade, sabendo que saíra de Deus e para Deus voltava,
levantou-Se da mesa, tirou o manto e tomou uma toalha, que pôs à cintura.
Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que pusera à cintura.
Quando chegou a Simão Pedro, este disse-Lhe: «Senhor, Tu vais lavar-me os pés?».
Jesus respondeu: «O que estou a fazer, não o podes entender agora, mas compreendê-lo-ás mais tarde».
Pedro insistiu: «Nunca consentirei que me laves os pés». Jesus respondeu-lhe: «Se não tos lavar, não terás parte comigo».
Simão Pedro replicou: «Senhor, então não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça».
Jesus respondeu-lhe: «Aquele que já tomou banho está limpo e não precisa de lavar senão os pés. Vós estais limpos, mas não todos».
Jesus bem sabia quem O havia de entregar. Foi por isso que acrescentou: «Nem todos estais limpos».
Depois de lhes lavar os pés, Jesus tomou o manto e pôs-Se de novo à mesa. Então disse-lhes: «Compreendeis o que vos fiz?
Vós chamais-Me Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou.
Se Eu, que sou Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros.
Dei-vos o exemplo, para que, assim como Eu fiz, vós façais também».

Fontes:
Tradução litúrgica da Bíblia
Imagem - ocantonaliturgia.blogspot.com

domingo, 14 de abril de 2019

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR - 14 de Abril 2019




                                    Evangelho segundo São Lucas 22,14-71.23,1-56.


Quando chegou a hora, Jesus sentou-Se à mesa com os seus Apóstolos
e disse-lhes: «Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de padecer;
pois digo-vos que não tornarei a comê-la, até que se realize plenamente no reino de Deus».
Então, tomando um cálice, deu graças e disse: «Tomai e reparti entre vós,
pois digo-vos que não tornarei a beber do fruto da videira, até que venha o reino de Deus».
Depois tomou o pão e, dando graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: «Isto é o meu Corpo entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim».
No fim da ceia, fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue, derramado por vós.
Entretanto, está comigo à mesa a mão daquele que Me vai entregar.
O Filho do homem vai partir, como está determinado. Mas ai daquele por quem Ele vai ser entregue!».
Começaram então a perguntar uns aos outros qual deles iria fazer semelhante coisa.
Levantou-se também entre eles uma questão: qual deles se devia considerar o maior?
Disse-lhes Jesus: «Os reis das nações exercem domínio sobre elas, e os que têm sobre elas autoridade são chamados benfeitores.
Vós não deveis proceder desse modo. O maior entre vós seja como o menor, e aquele que manda seja como quem serve.
Pois quem é o maior: o que está à mesa ou o que serve? Não é o que está à mesa? Ora Eu estou no meio de vós como aquele que serve.
Vós estivestes sempre comigo nas minhas provações.
E Eu preparo para vós um reino, como meu Pai o preparou para Mim:
comereis e bebereis à minha mesa, no meu reino, e sentar-vos-eis em tronos, a julgar as doze tribos de Israel.
Simão, Simão, Satanás vos reclamou para vos agitar na joeira como trigo.
Mas Eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, uma vez convertido, fortalece os teus irmãos».
Pedro respondeu-Lhe: «Senhor, eu estou pronto a ir contigo, até para a prisão e para a morte».
Disse-lhe Jesus: «Eu te digo, Pedro: Não cantará hoje o galo, sem que tu, por três vezes, negues conhecer-Me».
Depois acrescentou: «Quando vos enviei sem bolsa nem alforge nem sandálias, faltou-vos alguma coisa?». Eles responderam que não lhes faltara nada.
Disse-lhes Jesus: «Mas agora, quem tiver uma bolsa pegue nela, bem como no alforge; e quem não tiver espada venda a capa e compre uma.
Porque Eu vos digo que se deve cumprir em Mim o que está escrito: ‘Foi contado entre os malfeitores’. Na verdade, o que Me diz respeito está a chegar ao fim».
Eles disseram: «Senhor, estão aqui duas espadas». Mas Jesus respondeu: «Basta».
Então saiu e foi, como de costume, para o monte das Oliveiras, e os discípulos acompanharam-n’O.
Quando chegou ao local, disse-lhes: «Orai, para não entrardes em tentação».
Depois afastou-Se deles cerca de um tiro de pedra e, pondo-Se de joelhos, começou a orar, dizendo:
«Pai, se quiseres, afasta de Mim este cálice. Todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua».
Então apareceu-Lhe um Anjo, vindo do Céu, para O confortar.
Entrando em angústia, orava mais instantemente e o suor tornou-se-Lhe como grossas gotas de sangue, que caíam na terra.
Depois de ter orado, levantou-Se e foi ter com os discípulos, que encontrou a dormir, por causa da tristeza.
Disse-lhes Jesus: «Porque estais a dormir? Levantai-vos e orai, para não entrardes em tentação».
Ainda Ele estava a falar, quando apareceu uma multidão de gente. O chamado Judas, um dos Doze, vinha à sua frente e aproximou-se de Jesus, para O beijar.
Disse-lhe Jesus: «Judas, é com um beijo que entregas o Filho do homem?».
Ao verem o que ia suceder, os que estavam com Jesus perguntaram-Lhe: «Senhor, vamos feri-los à espada?».
E um deles feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita.
Mas Jesus interveio, dizendo: «Basta! Deixai-os». E, tocando na orelha do homem, curou-o.
Disse então Jesus aos que tinham vindo ao seu encontro, príncipes dos sacerdotes, oficiais do templo e anciãos: «Vós saístes com espadas e varapaus, como se viésseis ao encontro dum salteador.
Eu estava todos os dias convosco no templo e não Me deitastes as mãos. Mas esta é a vossa hora e o poder das trevas.
Apoderaram-se então de Jesus, levaram-n’O e introduziram-n’O em casa do sumo sacerdote. Pedro seguia-os de longe.
Acenderam uma fogueira no meio do pátio, sentaram-se em volta dela, e Pedro foi sentar-se no meio deles.
Ao vê-lo sentado ao lume, uma criada, fitando os olhos nele, disse: «Este homem também andava com Jesus».
Mas Pedro negou: «Não O conheço, mulher».
Pouco depois, disse outro, ao vê-lo: «Tu também és um deles». Mas Pedro disse: «Homem, não sou».
«Esse homem, com certeza, também andava com Jesus, pois até é galileu». Pedro respondeu:
«Homem, não sei o que dizes». Nesse instante __ ainda ele falava __ um galo cantou.
O Senhor voltou-Se e fitou os olhos em Pedro. Então Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, quando lhe disse: ‘Antes de o galo cantar, Me negarás três vezes’.
E, saindo para fora, chorou amargamente.
Entretanto, os homens que guardavam Jesus troçavam d’Ele e maltratavam-n’O.
Cobrindo-Lhe o rosto, perguntavam-Lhe: «Adivinha, profeta: Quem Te bateu?».
E dirigiam-Lhe muitos outros insultos.
Ao romper do dia, reuniu-se o conselho dos anciãos do povo, os príncipes dos sacerdotes e os escribas. Levaram-n’O ao seu tribunal
e disseram-Lhe: «Diz-nos se Tu és o Messias». Jesus respondeu-lhes: «Se Eu vos disser, não acreditareis
e, se fizer alguma pergunta, não respondereis.
Mas o Filho do homem sentar-Se-á doravante à direita do poder de Deus».
Disseram todos: «Tu és então o Filho de Deus?» Jesus respondeu-lhes: «Vós mesmos dizeis que Eu sou».
Então exclamaram: «Que necessidade temos ainda de testemunhas? Nós próprios o ouvimos da sua boca».
Levantaram-se todos e levaram Jesus a Pilatos.
Começaram a acusá-l’O, dizendo: «Encontrámos este homem a sublevar o nosso povo, a impedir que se pagasse o tributo a César e dizendo ser o Messias-Rei».
Pilatos perguntou-Lhe: «Tu és o Rei dos Judeus?». Jesus respondeu-lhe: «Tu o dizes».
Pilatos disse aos príncipes dos sacerdotes e à multidão: «Não encontro nada de culpável neste homem».
Mas eles insistiam: «Amotina o povo, ensinando por toda a Judeia, desde a Galileia, onde começou, até aqui».
Ao ouvir isto, Pilatos perguntou se o homem era galileu;
e, ao saber que era da jurisdição de Herodes, enviou-O a Herodes, que também estava nesses dias em Jerusalém.
Ao ver Jesus, Herodes ficou muito satisfeito. Havia bastante tempo que O queria ver, pelo que ouvia dizer d’Ele, e esperava que fizesse algum milagre na sua presença.
Fez-Lhe muitas perguntas, mas Ele nada respondeu.
Os príncipes dos sacerdotes e os escribas que lá estavam acusavam-n’O com insistência.
Herodes, com os seus oficiais, tratou-O com desprezo e, por troça, mandou-O cobrir com um manto magnífico e remeteu-O a Pilatos.
Herodes e Pilatos, que eram inimigos, ficaram amigos nesse dia.
Pilatos convocou os príncipes dos sacerdotes, os chefes e o povo, e disse-lhes:
«Trouxestes este homem à minha presença como agitador do povo. Interroguei-O diante de vós e não encontrei n’Ele nenhum dos crimes de que O acusais.
Herodes também não, uma vez que no-l’O mandou de novo. Como vedes, não praticou nada que mereça a morte.
Vou, portanto, soltá-l’O, depois de O mandar castigar».
Pilatos tinha obrigação de lhes soltar um preso por ocasião da festa.
E todos se puseram a gritar: «Mata Esse e solta-nos Barrabás».
Barrabás tinha sido metido na cadeia por causa de uma insurreição desencadeada na cidade e por assassínio.
De novo Pilatos lhes dirigiu a palavra, querendo libertar Jesus.
Mas eles gritavam: «Crucifica-O! Crucifica-O!».
Pilatos falou-lhes pela terceira vez: «Mas que mal fez este homem? Não encontrei n’Ele nenhum motivo de morte. Por isso vou soltá-l’O, depois de O mandar castigar».
Mas eles continuavam a gritar, pedindo que fosse crucificado, e os seus clamores aumentavam de violência.
Então Pilatos decidiu fazer o que eles pediam:
soltou aquele que fora metido na cadeia por insurreição e assassínio, como eles reclamavam, e entregou-lhes Jesus para o que eles queriam.
Quando O conduziam, lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para a levar atrás de Jesus.
Seguia-O grande multidão de povo e mulheres que batiam no peito e se lamentavam, chorando por Ele.
Mas Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes: «Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos;
pois dias virão em que se dirá: ‘Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram’.
Começarão a dizer aos montes: ‘Caí sobre nós’; e às colinas: ‘Cobri-nos’.
Porque, se tratam assim a madeira verde, que acontecerá à seca?».
Levavam ainda dois malfeitores para serem executados com Jesus.
Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-n’O a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.
Jesus dizia: «Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem». Depois deitaram sortes, para repartirem entre si as vestes de Jesus.
O povo permanecia ali a observar. Por sua vez, os chefes zombavam e diziam: «Salvou os outros: salve-Se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito».
Também os soldados troçavam d’Ele; aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre,
diziam: «Se és o rei dos Judeus, salva-Te a Ti mesmo».
Por cima d’Ele havia um letreiro: «Este é o rei dos Judeus».
Entretanto, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também».
Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Não temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício?
Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo das nossas más ações. Mas Ele nada praticou de condenável».
E acrescentou: «Jesus, lembra-Te de Mim, quando vieres com a tua realeza».
Jesus respondeu-lhe: «Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».
Era já quase meio-dia, quando as trevas cobriram toda a terra, até às três horas da tarde,
porque o sol se tinha eclipsado. O véu do templo rasgou-se ao meio.
E Jesus exclamou com voz forte: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Dito isto, expirou.
Vendo o que sucedera, o centurião deu glória a Deus, dizendo: «Realmente este homem era justo».
E toda a multidão que tinha assistido àquele espetáculo, ao ver o que se passava, regressava batendo no peito.
Todos os conhecidos de Jesus, bem como as mulheres que O acompanhavam desde a Galileia, mantinham-se à distância, observando estas coisas.
Havia um homem chamado José, da cidade de Arimateia, que era pessoa reta e justa e esperava o reino de Deus. Era membro do Sinédrio,
mas não tinha concordado com a decisão e o proceder dos outros.
Foi ter com Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus.
E, depois de o ter descido da cruz, envolveu-o num lençol e depositou-o num sepulcro escavado na rocha, onde ninguém ainda tinha sido sepultado.
Era o dia da Preparação e começavam a aparecer as luzes do sábado.
Entretanto, as mulheres que tinham vindo com Jesus da Galileia acompanharam José e observaram o sepulcro e a maneira como fora depositado o corpo de Jesus.
No regresso, prepararam aromas e perfumes. E no sábado guardaram o descanso, conforme o preceito.

Fontes:
Tradução litúrgica da Bíblia
Imgem : ocantonaliturgia.blogspot.com

sexta-feira, 5 de abril de 2019

V Domingo da Quaresma no C - 07 de Abril 2019

Evangelho segundo São João 8,1-11.

Naquele tempo, Jesus foi para o monte das Oliveiras.Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo, e todo o povo se aproximou d’Ele. Então sentou-Se e começou a ensinar.Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério, colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres. Tu que dizes?».Falavam assim para Lhe armarem uma cilada e terem pretexto para O acusar. Mas Jesus inclinou-Se e começou a escrever com o dedo no chão.Como persistiam em interrogá-l’O, ergueu-Se e disse-lhes: «Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra».Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.Eles, porém, quando ouviram tais palavras, foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Disse então Jesus: «Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar».
Tradução litúrgica da Bíblia

sexta-feira, 29 de março de 2019

IV DOMINGO DA QUARESMA - 31 de março


“COBRINDO-O De BeIJOS”
LEITURAS: 1ª: Js 5,9a.10-12.
 Salmo 34/33,2-3.4-5.6-7.
R/ Saboreai e vede como o Senhor é bom..
 2ª: 2 Cor 5, 17--21.
 Evº: Lc 15,1-3.11-32.
 IV Semana do Saltério


UMA IDEIA. A Quaresma é o tempo da reconciliação
e da alegria. Há parábolas que precisam de
mudar de nome! para valorizar a alegria do pai misericordioso:
«Ainda ele estava longe, quando o pai
o viu:encheu-sedecompaixãoecorreua lançar-se-
-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos» (evangelho).
Deus é assim, como lembra a história bíblica: «Hoje
tirei de vós o opróbrio do Egito» (1ª). Acompanha
o povo no caminho para a liberdade como pai misericordioso
que cuida dos seus filhos e filhas até
ao dia em que têm possibilidade de viver em segurança.
«Enaltecei comigo ao senhor» (salmo), que,
em Jesus Cristo, nos reconcilia consigo. porque «se
alguém está em Cristo é uma nova criatura» (2ª). A
Quaresma é o tempo privilegiado para regressarmos
à casa do pai e nos deixarmos abraçar pela sua
misericórdia.

UM SENTIMENTO. Deus é como um pai que,
vigilante e de braços abertos, espera sempre o regresso
dos seus filhos. «Deus é apresentado sempre
cheio de alegria, sobretudo quando perdoa. [...]
A misericórdia é apresentada como a força que
tudo vence, enche o coração de amor e consola
com o perdão. […] A misericórdia é a palavra-chave
para indicar o agir de Deus para connosco» (MV 9).
na celebração dominical, há a oportunidade de nos
deixarmos abraçar por Deus. Ele repete o gesto:
«encheu-se de compaixão e correu a lançar-se-lhe
ao pescoço, cobrindo-o de beijos» (evangelho).
Este é o objetivo da conversão:
acreditar no amor
de Deus por nós e
acolher com alegria as
suas carícias, a sua inesgotável
misericórdia.

FONTES: REVISTA BÍBLICA/OCANTO NA LITURGIA

sábado, 23 de março de 2019

III DOMINGO DA QUARESMA - 24 de março


“TALVEZ VENHA A DAR FRUTOS”
LEITURAS: 1ª: Ex 3,1-8a.13-15.
Salmo 103/102,1-4.6-8.
11. R/ O Senhor é clemente e cheio de compaixão.
 2ª:
1 Cor 10,1-6.10-12.
Evº: Lc 13,1-9. III Semana do Saltério


UMA IDEIA. A Quaresma é o tempo de conversão
e de misericórdia. A Liturgia da palavra do III domingo
põe em evidência esta mensagem, aplicando-
a ao próprio Deus. Ele torna-se presente para
revelar que conhece a realidade em que se encontra
o seu povo: «Eu vi a situação miserável do meu
povo no Egito; escutei o seu clamor provocado
pelos opressores. Conheço, pois, as suas angústias»
(1ª). Deus é «clemente e compassivo» (salmo).
Deus é paciente para com todos: «Talvez venha a
dar frutos» (evangelho).Mas,porque nos conhece,
também não desiste de exortar à conversão. Entretanto,
paulo adverte para a fragilidade das nossas
decisões: «Quem julga estar de pé tome cuidado
para não cair» (2ª). não há «imunidade» só pelo
facto de sermos batizados. não podemos relaxar!

UM SENTIMENTO. O apelo à conversão não é
para meter medo, é antes uma promessa de vida.
A conversão consiste em aprender a ver as coisas
de uma outra maneira, isto é, a ver para além da
nossa mente. É aqui que está a nossa maior dificuldade!
para nos ajudar, Jesus Cristo diz que uma
árvore existe para dar fruto (e, se isso não
acontece, deve ser cortada). Mas depois acrescenta
uma distinção entre a fecundidade e a eficácia:
«Talvez venha a dar frutos» (evangelho). É o
olhar de Deus. O amor com que sou amado. Muitas
vezes, estou mais atento ao que falta, ao que
não acontece, do que
aos dons que Deus
me dá, cada dia. Deus
tem prazer em ver o
fruto e está disposto a
ajudar-me. Que significa
dar fruto?

FONTES: REVISTA BÍBLICA/OCANTO NA LITURGIA

domingo, 17 de março de 2019

II DOMINGO DA QUARESMA - 17 de março



“VIRAM A GLÓRIA DE JESUS”
LEITURAS: 1ª: Gn 15,5-12.17-18. 
Salmo 27/26,1.7-8.9abc.13-14. R/ O Senhor é a minha luz e a minha salvação.
2ª: Fl 3,17–4,1.
 Evº: Lc 9,28b-36. II Sem. do Saltério


UMA IDEIA. A Quaresma é o tempo da Aliança.
Deus revela-se e convida-nos a participar na sua
vida. Revela-se a Abraão, nosso pai na fé. E «estabeleceu
com Abraão uma aliança» (1ª). Dá-se a
quemo procura, oferece proteção, esperança, luz,
salvação. «Tem coragem e confia no senhor» (salmo).
paulo assegura-nos que a fé no Deus de Jesus
Cristo abre-nos as portas da felicidade celeste:
«transformará o nosso corpo miserável, para o tornar
semelhante ao seu corpo glorioso» (2ª). não foi
essa a experiência vivida por pedro, TiagoeJoão,na
montanha da Transfiguração? «Viram a glória de
Jesus» (evangelho). É a mesma experiência a que
também nós somos convidados em cada eucaristia:
vamos ao encontro do senhor para acolher a sua
palavra de luz e de vida.

UM SENTIMENTO. A caminho da Luz pascal (cf.
domingo passado), que atitudes desperta, na minha
vida, o episódio da Transfiguração? A meta é a
mesma experienciada por aqueles três discípulos:
«Viram a glória de Jesus» (evangelho). somos convidados
a deixar brilhar no nosso rosto e na nossa
vida a ‘luminosidade’ de Jesus Cristo. Antes, porém,
precisamos de subir à «montanha» para fazer
a experiência do encontro pessoal com Ele.
Entrar na Escola da palavra, acolhê-la na oração,
meditá-la, desejar praticá-la, abrir o coração à graça
do Espírito santo. Assim, poderei tornar-me sinal
luminoso da presença
divina no
mundo. Existe uma
nova evangelização
mais bela
e mais luminosa?

FONTES: REVISTA BÍBLICA/OCANTO NA LITURGIA

domingo, 10 de março de 2019

I DOMINGO DA QUARESMA 10 DE MRÇO 2019


“CHEIO DO ESPÍRITO SANTO”
LEITURAS: 1ª: Dt 26,4-10
 Salmo 91/90,1-2.10-15. R/Estai comigo, Senhor, no meio da adversidade.
 2ª: Rm10,8-13.
Evº: Lc 4,1-13. I Semana do Saltério

UMA IDEIA. A Quaresma, no primeiro domingo,
apresenta as escolhas necessárias para seguir no caminho
até Deus, mas também fala da fidelidade e
da bondade divinas. A prova está na profissão de fé
de Moisés diante do povo: «O senhor ouviu a nossa
voz» (1ª). E também na confiança do salmista: «nenhum
mal te acontecerá, nem a desgraça se aproximará
da tua tenda» (salmo). paulo insiste no fator
decisivo da fé para a salvação, deixando a cada pessoa
a liberdade da escolha: «todo aquele que invocar
o nome do senhor será salvo» (2ª). Mas é Jesus
Cristo que, no deserto, mostra como resistir às tentações,
graças à palavra de Deus, e como escolher o
caminho da vida. «Então o Diabo, tendo terminado
toda a espécie de tentação, retirou-se da presença
de Jesus, até certo tempo» (evangelho).

UM SENTIMENTO. A ‘entrada’ na Quaresma
não pode ser triste nem sombria. Entremos como
Jesus: «cheio do Espírito santo» (evangelho). E deixemos
que o mesmo Espírito nos conduza até à ressurreição,
até à Luz pascal. Acreditando numa saída
feliz, isso não significa que o caminho seja sempre
divertido e fácil. não. O Espírito conduz à profundidade
para nos ajudar a seguir pelo caminho da vida.
sem dúvida, ficaremos tristes ao descobrir a realidade
mais sombria da nossa história. Mas a última palavra
será do amor vitorioso sobre todas as nossas
negações. Então,
comecemos já a viver
da ressurreição.
Que esta Quaresma
me prepare para
a alegria e a festa
do encontro com
Jesus Cristo Ressuscitado!

FONTES: REVISTA BÍBLICA/OCANTO NA LITURGIA

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

24 de fevereiro VII DOMINGO COMUM


“AMAI, FAZEI O BEM, ABENÇOAI, ORAI”
LEITURAS:
 1ª: 1 Sm 26,2.7-9.12-13.22-23. 
Salmo 103/102,1-2.3-4.8.10.12-13.
R/ O Senhor é clemente e cheio de compaixão.
2ª: 1 Cor 15,45-49
.Evº: Lc 6,27-38. 
III Semana do Saltério
UMA IDEIA.
Ser cristão é amar seja quem for,
até ser capaz de envolver nesse amor os inimigos,
seguindo o exemplo de Jesus Cristo: «Amai os vossos
inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai
os que amaldiçoam, orai por aqueles que vos
injuriam» (evangelho). Deus quer de nós esta santidade
nas várias situações da nossa vida. É uma
rica tradição que perpassa a Escritura, ainda que
em linguagens diferentes. Entre outros, temos o
exemplo de David na relação com saul: «Deus entregou-
te hoje nas minhas mãos e eu não quis
atentar contra o ungido do senhor» (1ª). 
Há duas possibilidades: viver segundoalógica dos «homens terrenos» ou dos «homens celestes» 
(2ª). Estes são os que testemunham a misericórdia divina: «O senhor é clemente e compassivo, paciente e cheio de
bondade» (salmo). Qual é a minha escolha?

UM SENTIMENTO.
O amor é a base mais sólida
da fé cristã. «Com a centralidade do amor, a fé
cristã acolheu o núcleo da fé de Israel e, ao mesmo
tempo, deu a este núcleo uma nova profundidade
e amplitude» (bento XVI, Carta Encíclica sobre
o amor cristão, 1). sim, há uma simbiose entre
Amor e Deus. O padre Tomáš Halík lembra que o
amor evangélico «tem muito pouco em comum
com a turbulência emocional romântica». E desafia
a pensar a existência de Deus precisamente a partir
da dinâmica do amor: «Deus acontece onde
quer que nós amemos as pessoas, o nosso próximo.
Jesus recusa-se a excluir à priori
seja quem for da categoria de
‘próximo’, não excluindo sequer
os inimigos»
(Quero que tu sejas!, paulinas Editora).
(In Revista Bíblica)

domingo, 6 de janeiro de 2019

Jornada Bíblica sobre os ATOS DOS APÓSTOLOS de S. Lucas, 09, 10 e 11 de Janeiro

Paz e Bem!
Bom dia, irmão (irmã)
Nos próximos dias 09, 10 e 11 de janeiro, no Salão Paroquial da Matriz de Nossa Senhora da Estrela, decorre a jornada Bíblica sobre os ATOS DOS APÓSTOLOS de S. Lucas, promovida em conjunto pela Ouvidoria de R. Grande e Secretariado Bíblico de S. Miguel. 
Antecipa-se a data desta formação, por razões profissionais quer do conferencista quer do assistente espiritual do Secretariado Bíblico. 
A entrada é livre e as sessões começam sempre às 20horas.
O conferencista será, uma vez mais, o Pe. Francisco Ruivo. Este dará continuidade ao trabalho iniciado em Novembro passado na Semana Bíblica sobre o Evangelista Lucas.
Esta é pois a melhor maneira de começar este novo ano,com a Bíblia na mão e Deus no coração. Contamos com a vossa presença!
Votos de um 2019 repleto da bênção de Deus. 

Saudações fraternas
O Secretariado Bíblico de São Miguel

Escola da Palavra - Janeiro

06 de janeiro
EPIFANIA
“Uma grande alegria”
LEITURAS: 1ª: Is 60,1-6.Salmo 72/71,2.7-8.10-11.12-13.
R/ Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. 2ª:
Ef 3,2-3a.5-6. Evº: Mt 2,1-12.

13 de janeiro
BATISMO DE JESUS
“O meu Filho muito amado ”
LEITURAS: 1ª: Is 42,1-4.6-7. Salmo 29/28, 1a.2.3ac-4.
3b.9b-10. R/ O Senhor abençoará o seu povo na paz. 2ª:
At 10,34-38. Evº: Lc 3,15-16.21-22. I Sem. do Saltério

20 de janeiro
II DOMINGO COMUM
“Tu serás a alegria do teu Deus”
LEITURAS: 1ª: Is 62,1-5.Salmo 96/96,1-3.7-8a.9-10a.c.
R/ Anunciai em todos os povos as maravilhas do Senhor.
2ª: 1 Cor 12,4-11. Evº: Jo 2,1-11. II Semana do Saltério

27 de janeiro
III DOMINGO COMUM
“Cumpriu-se hoje...”
LEITURAS: 1ª: Ne 8,2-4a.5-6.8-10. Salmo 19/18B, 8.9.
10.15. R/ As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida.
2ª: 1 Cor 12,12-30. Evº: Lc 1,1-4; 4,14-21. III S. Saltério

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO - Missa do Dia

Evangelho segundo São João 1,1-18.


No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.No princípio, Ele estava com Deus.Tudo se fez por meio d'Ele e sem Ele nada foi feito.N'Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens.A luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam.Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João.Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele.Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.O Verbo era a luz verdadeira, que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem.Estava no mundo e o mundo, que foi feito por Ele, não O conheceu.Veio para o que era seu e os seus não O receberam.Mas àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.Estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Nós vimos a sua glória, glória que Lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade.João dá testemunho d'Ele, exclamando: «Era deste que eu dizia: "O que vem depois de mim passou à minha frente, porque existia antes de mim"».Na verdade, foi da sua plenitude que todos nós recebemos graça sobre graça.Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.A Deus, nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer.
Tradução litúrgica da Bíblia

NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO - - Missa da Noite

Evangelho segundo São Lucas 2,1-14.


Naqueles dias, saiu um decreto de César Augusto, para ser recenseada toda a terra.Este primeiro recenseamento efetuou-se quando Quirino era governador da Síria.Todos se foram recensear, cada um à sua cidade.José subiu também da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e da descendência de David,a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que estava para ser mãe.Enquanto ali se encontravam, chegou o dia de ela dar à luze teve o seu Filho primogénito. Envolveu-O em panos e deitou-O numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.Havia naquela região uns pastores que viviam nos campos e guardavam de noite os rebanhos.O Anjo do Senhor aproximou-se deles, e a glória do Senhor cercou-os de luz; e eles tiveram grande medo.Disse-lhes o Anjo: «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo:nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor.Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura».Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus, dizendo:«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados».
Tradução litúrgica da Bíblia

domingo, 2 de dezembro de 2018

O TEMPO DO ADVENTO


02 de dezembro
I DOMINGO DO ADVENTO
“Farei germinar... um rebento”
LEITURAS: 1ª: Jr 33,14-16. Salmo 25/24, 4bc-5ab.8-
-9.10.14. R/ Para Vós, Senhor, elevo a minha alma. 2ª: 1
Ts 3,12–4,2.Evº: Lc 21,25-28.34-36. I Semana do Saltério

09 de dezembro
II DOMINGO DO ADVENTO
“Preparai o caminho do Senhor”
LEITURAS: 1ª: Br 5,1-9. Salmo 126/125,1-2ab.2cd-3.4-
-5.6. R/ Grandes maravilhas fez por nós o Senhor: por
isso exultamos de alegria. 2ª: Fl 1,4-6.8-11.Evº: Lc 3,1-6.
II Semana do Saltério

16 de dezembro
III DOMINGO DO ADVENTO
“Alegrai-vos”
LEITURAS: 1ª: Sf 3,14-18a.Salmo: Is 12,2-3.4bcd.5-6. R/
Exultai de alegria, porque é grande no meio de vós o
Santo de Israel. 2ª: Fl 4,4-7.Evº: Lc 3,10-18. III S. Saltério

23 de dezembro
IV DOMINGO DO ADVENTO
“Fomos santificados”
LEITURAS: 1ª: Mq 5,1-4a. Salmo 80/79,2ac.3b.15-
-16.18-19. R/ Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar, mostrai-
nos o vosso rosto e seremos salvos. 2ª: Heb 10,5-10.
Evº: Lc 1,39-45. IV Semana do Saltério


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

XXIV Semana Bíblica Diocesana

Paz e bem!
Meus bons e queridos irmãos e irmãs, venho por este meio partilhar convosco o programa da Semana Bíblica que começa já na próxima segunda feira dia 19 de Novembro.
Renovamos pois o convite para que possamos contar com a vossa presença.
Esta Semana é aberta a todos e todos fazem falta, é também, uma excelente oportunidade para escutar, meditar, rezar e compreender melhor a Sagrada Escritura.
Não fique em casa, ponha a sua mão na Bíblia, Deus no coração e venha escutar e viver esta Palavra que é viva e Santificadora.
DEUS CONTA CONTIGO! E NÓS TAMBÉM.
XXIV Semana Bíblica Diocesana
São Lucas – Evangelho da misericórdia e da mulher

Programa:
Uma viagem pelo evangelho de Lucas

Segunda-feira (dia 19): O Início da viagem (Lc 1-2)
Oração final: Grupo de jovens 

Terça-feira (dia 20): O programa da viagem e os viajantes: Jesus e os discípulos (Lc 4,16 – 6,16)
Oração final: Legião de Maria

Quarta-feira (dia 21): Os encontros ao longo do caminho (Lc 6,17 – 8,13)
Oração final: Escuteiros

Quinta-feira (dia 22): A viagem para Jerusalém (Lc 9,51 – 19,27)
Oração final: Grupo de Catequistas

Sexta-feira (dia 23): O início de uma nova viagem (Lc 24,1-53)
Oração final: Romeiros Vila Franca

As sessões terão sempre inicio as 20 horas.
Entrada Livre
Local: Salão de São Miguel Arcanjo, Vila Franca do Campo
Saudações fraternas
O Secretariado Bíblico de São Miguel

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Leituras

28 de outubro
XXX DOMINGO COMUM
“Eu sou um Pai para Israel”
LEITURAS: 1ª: Jr 31,7-9.
Salmo 126/125,1-2ab.2cd-3.4- -5.6. R/Grandes maravilhas fez por nós o Senhor, por isso
exultamos de alegria.
 2ª: Heb 5,1-6. 
Evº: Mc 10,46-52.
II Semana do Saltério

04 de novembro
XXXI DOMINGO COMUM
“Amarás...”
LEITURAS: 1ª: Dt 6,2-6.Salmo 18/17,2-3.4.47.50-51ab.
R/ Eu Vos amo, Senhor: Vós sois a minha força. 2ª: Heb
7,23-28. Evº: Mc 12,28b-34. III Semana do Saltério

11 de novembro
XXXII DOMINGO COMUM
“Ofereceu tudo o que tinha”
LEITURAS: 1ª: 1 Rs 17,10-16. Salmo 146/145,7.8-9a.
9bc-10. R/ Ó minha alma, louva o Senhor. 2ª: Heb 9,24-
-28. Evº: Mc 12,38-44. IV Semana do Saltério

18 de novembro
XXXIII DOMINGO COMUM
“Inscritos no livro de Deus”
LEITURAS: 1ª: Dn 12,1-3. Salmo 16/15,5.8.9-10.11. R/
Defendei-me, Senhor: Vós sois o meu refúgio. 2ª: Heb
10,11-14.18. Evº: Mc 13,24-32. I Semana do Saltério

25 de novembro
XXXIV DOMINGO COMUM
“O Senhor do Universo”
LEITURAS: 1ª: Dn 7,13-14. Salmo 93/92,1ab.1c-2.5.
R/ O Senhor é rei num trono de luz. 2ª: Ap 1,5-8. Evº: Jo
18,33b-37. II Semana do Saltério

terça-feira, 13 de novembro de 2018

XXIV Semana Bíblica Diocesana

Paz e bem!

Meus bons e queridos irmãos e irmãs, é pois com muita alegria  que vos vimos convidar para a Semana Bíblica que este no decorre de 19 a 23 de Novembro em Vila Franca do Campo no salão da Matriz de São Miguel Arcanjo e tem como tema principal " São Lucas, Evangelho da Misericórdia e da Mulher" .
A entrada é livre e as sessões começam sempre ás 20h.


O conferencista desta Semana Bíblica é, o nosso já conhecido, 
 Pe. Francisco Ruivo Vigário Forâneo (ouvidor) de Santarém.
Para quem não o conhece destacamos do seu vasto currículo a sua formação feita na Pontifícia Universidade Gregoriana e no Pontifício Instituto Bíblico em Roma. 
É Pároco “in solidum”, moderador, da cidade de Santarém (paróquias de São Nicolau, Santa Iria da Ribeira de Santarém, Divino Salvador e Marvila); Membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores; Assistente eclesiástico do Secretariado da Catequese da Infância e Adolescência e da Comissão diocesana Justiça e Paz. 

Todos os dias desta semana contarão com a participação dos grupos de Jovens, Legião de Maria, Escuteiros, Catequistas e Romeiros de Vila Franca do Campo que virão animar a oração final de cada dia.

Estão assim reunidos todos os ingredientes para uma semana de festa dedicada à Palavra Viva e Santificadora de Deus,  fica a faltar assim o mais importante a SUA PRESENÇA,  e como sempre "Com a Bíblia na mão e Deus  no coração".




Saudações fraternas
O Secretariado Bíblico de São Miguel

domingo, 24 de junho de 2018

XII Domingo do Tempo Comum

Evangelho segundo S. Lucas 1,57-66.80.

Naquele tempo, chegou a altura de Isabel ser mãe e deu à luz um filho. Os seus vizinhos e parentes souberam que o Senhor lhe tinha feito tão grande benefício e congratularam-se com ela. Oito dias depois, vieram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome do pai, Zacarias. Mas a mãe interveio e disse: «Não, Ele vai chamar-se João». Disseram-lhe: «Não há ninguém da tua família que tenha esse nome». Perguntaram então ao pai, por meio de sinais, como queria que o menino se chamasse. O pai pediu uma tábua e escreveu: «O seu nome é João». Todos ficaram admirados. Imediatamente se lhe abriu a boca e se lhe soltou a língua e começou a falar, bendizendo a Deus. Todos os vizinhos se encheram de temor e por toda a região montanhosa da Judeia se divulgaram estes factos. Quantos os ouviam contar guardavam-nos em seu coração e diziam: «Quem virá a ser este menino?». Na verdade, a mão do Senhor estava com ele. O menino ia crescendo e o seu espírito fortalecia-se. E foi habitar no deserto até ao dia em que se manifestou a Israel.
Tradução litúrgica da Bíblia

domingo, 17 de junho de 2018

XI Domingo do Tempo Comum

Evangelho segundo S. Marcos 4,26-34.


Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita». Jesus dizia ainda: «A que havemos de comparar o reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar? É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra». Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender. E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos.
Tradução litúrgica da Bíblia

BIBLIA = BIBLIOTECA

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"Porque esta PALAVRA está muito perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires" (Deut.30.14)