***PAZ E BEM!*** SEJAM BEM-VINDOS AO BLOG DO SECRETARIADO BIBLÍCO DE SÃO MIGUEL AÇORES***UM FELIZ E SANTO NATAL E UM 2018 CHEIO DE SAÚDE E REPLETO DE BÊNÇÃOS DE DEUS***

Bíblia Online

Evangelho do Dia

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Evangelho segundo S. João 1,1-18.




No princípio era o Verbo; o Verbo estava em Deus; e o Verbo era Deus. 
No princípio Ele estava em Deus. 
Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência. 
Nele é que estava a Vida de tudo o que veio a existir. E a Vida era a Luz dos homens. 
A Luz brilhou nas trevas, mas as trevas não a receberam. 

Apareceu um homem, enviado por Deus, que se chamava João. 
Este vinha como testemunha, para dar testemunho da Luz e todos crerem por meio dele. 
Ele não era a Luz, mas vinha para dar testemunho da Luz. 
O Verbo era a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina. 
Ele estava no mundo e por Ele o mundo veio à existência, mas o mundo não o reconheceu. 
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 

Mas, a quantos o receberam, aos que nele crêem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. 
Estes não nasceram de laços de sangue, nem de um impulso da carne, nem da vontade de um homem, mas sim de Deus. 
E o Verbo fez-se homem e veio habitar connosco. E nós contemplámos a sua glória, a glória que possui como Filho Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade. 
João deu testemunho dele ao clamar: «Este era aquele de quem eu disse: 'O que vem depois de mim passou-me à frente, porque existia antes de mim.'» 

Sim, todos nós participamos da sua plenitude, recebendo graças sobre graças. 
É que a Lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade vieram-nos por Jesus Cristo. 
A Deus jamais alguém o viu. O Filho Unigénito, que é Deus e está no seio do Pai, foi Ele quem o deu a conhecer. 

domingo, 23 de dezembro de 2012

Nascimento de Jesus


Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto para ser recenseada toda a terra. 
Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria. 
Todos iam recensear-se, cada qual à sua própria cidade. 

Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, 
a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. 
E, quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz 
e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria. 

Na mesma região encontravam-se uns pastores que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite. 
Um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor refulgiu em volta deles; e tiveram muito medo. 
O anjo disse-lhes: «Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo: 
Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias Senhor. 
Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.» 
De repente, juntou-se ao anjo uma multidão do exército celeste, louvando a Deus e dizendo: 
«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado.» 

Fonte: Bíblia Sagrada ( Lc 2,1-14)

É NATAL: QUE ALEGRIA!



A celebração do Natal é sempre algo que “mexe” com os humanos na medida em que, no dizer de uma mensagem natalícia “desencadeia” em nós uma forte energia interior, que nos empurra para a frente, que nos desperta nos nossos corações, por vezes endurecidos, sentimentos novos de alegria. É um verdadeiro despertar espiritual de que temos tanta necessidade para sermos, hoje, portadores de paz e de esperança para o “nosso mundo”. É a vocação cristã a viver na alegria, como lembrava o Apóstolo na Liturgia de domingo da alegria “ Alegrai-vos sempre no Senhor! ”

E o grande motivo da alegria decorrente do Natal de Jesus está no facto de nos revelar Um Deus diferente e absolutamente inesperado. Fala-nos de um Deus que nada tem a ver com o modo como foi representado ao longo de séculos e por tantas gerações. O nascimento de Jesus, acontecimento tão transcendental para a humanidade, mostra-nos que um Deus que se coloca no último lugar, despojando-se da sua condição divina e assumindo a condição humana, ao ponto de se tornar um “Deus- connosco”, numa proximidade absoluta a todos os humanos, a começar pelos que se encontram nas regiões sombrias da “Galileia” de todos os tempos, entendida como lugar de gentios, de ignorantes, de perdidos ou de religiosamente impuros, isto é, de todos os considerados “últimos”.


É também ao encontro de todos os “últimos”dos nossos dias que os considerados “primeiros” são convidados a deslocar-se, deixando para trás motivos de orgulho, superioridade, de estatuto social ou religioso ou outro quaisquer privilégios.

O mistério a encarnação da de Deus celerado no Natal revela-se não só revela no presépio, mas também na atitude continua de Jesus ao assumir plenamente a nossa humanidade e fazendo dela um caminho de solidariedade e de proximidade com os humanos, em especial com os mais pobres e excluídos.

Deste modo, a alegria do Natal tem a sua raiz no dom da salvação que vem de Deus para toda a humanidade e que é transmitida e acolhida por pobres e simples, o que faz Zacarias explodir de alegria ao exclamar: “ Bendito o Senhor Deus de Israel que visitou e libertou o seu povo”, o mesmo Deus que, no meio das sombrias da nossa existência, “fará brilhar o Sol nascente…para dirigir os nossos passos no caminho da paz”.

Estaremos nós e todos os cristãos dispostos a ser portadores da alegria, da esperança e da paz para as mulheres e homens de hoje, a começar pelos que são os “últimos”?

Eis aí o Feliz Natal que importa desejar a todos!



Pe. Cipriano Pacheco (Assistente Espiritual do S. Bíblico de São Miguel)

sábado, 1 de dezembro de 2012

Uma demonstração de Fé e de Amor pela Palavra




Acabamos de viver com intensidade esta Semana que teve para nós o sortilégio de nos fazer sentir em família com todos aqueles e aquelas que ,dia após dia, se deslocaram  à igreja de N. S. De Fátima e se dispuseram a escutar a mensagem de Boa Nova trazida pelos três conferencistas.

De tudo o que foi dito e refletido, poderemos realçar algumas conclusões que consideramos essenciais para nós , membros desta Igreja ,de que fazemos  parte:


1- A Evangelização é obra de todos por ação do Espírito Santo;

2- A Evangelização é para todos ;

3- A  Evangelização é feita com o coração, isto é, de dentro para fora;

4- A Evangelização deve ser para a Igreja prioridade das prioridades;

5- Quem evangeliza tem de ser primeiro evangelizado, tem de deixar-se evangelizar;

6- A Evangelização tem de dar frutos pela admiração  e não pela imposição;
                                                       
Com uma frequência média diária de cerca de trezentas  pessoas e com a contribuição de todos ,foi possível , mais uma Semana com a Bíblia. Teremos ficado mais enriquecidos pela Palavra de Deus que nos fez companhia e nos encheu o coração.
Resta-nos uma grande paz e uma enorme gratidão para com todos os que contribuíram, quer com a sua presença, quer com o seu donativo para o bom sucesso da Semana Bíblica.


 O Secretariado Bíblico

sábado, 22 de setembro de 2012

XVIII SEMANA BÍBLICA DIOCESANA EM SÃO MIGUEL AÇORES



 
É já no próximo dia 26 de Novembro que arranca em Ponta Delgada, mais uma edição da Semana Bíblica Diocesana dos Açores organizada pelo Secretariado Bíblico de São Miguel.
Esta será a décima oitava vez que a ilha de São Miguel recebe tão ilustre acontecimento, que tem por objectivo aprofundar o conhecimento sobre a Sagrada Escritura, descobrindo assim as maravilhas da Palavra de Deus nesse livro Sagrado que Deus usa para falar ao nosso coração.


A 18ª Semana Bíblica  é dedicada aos “Desafios da Nova Evangelização”, o tema central do Sínodo dos Bispos, agendado para Outubro, no Vaticano. Os conferencistas convidados são o Frei Fernando Ventura, Franciscano Capuchinho, o Padre Cipriano Pacheco, Vigário Episcopal para a ilha de São Miguel e o Padre Manuel Barbosa, sacerdote Dehoniano e vice-presidente da União das Conferências Europeias dos Superiores/as Maiores.
 
Tal como nos anos anteriores a Semana Bíblica irá decorrer na igreja de Nossa Senhora de Fátima, localizada na cidade de Ponta Delgada na zona do Lajedo. Uma das novidades para este ano e atendendo aos tempos dificeis que se vivem, é que não serão necessárias inscrições, a entrada será livre e aberta a toda a comunidade.
 
 Este é assim o maior evento Bíblico organizado nos Açores e que em anos anteriores tem recebido diáriamente ao longo da semana mais de duzentos participantes, que com a Bíblia na Mão e Deus no coração fazem a Festa da Palavra.

Os Conferencistas da Semana Bíblica 2012

                                                             Padre Manuel Barbosa

Frequentou o Seminário Missionário Pe. Dehon (Fânzeres, Gondomar) e o Instituto Missionário Sagrado Coração, em Coimbra. Em 1976 iniciou, na Casa Sagrado Coração, em Aveiro, o ano de noviciado, emitindo a Profissão Religiosa na Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, a 7 de Outubro de 1977 e a Profissão Perpétua a 29 de Setembro de 1981. Completou os estudos teológicos na Universidade Católica Portuguesa e foi ordenado sacerdote a 12 de Agosto de 1984, no Seminário Missionário Padre Dehon.
Fez o Mestrado em Teologia Dogmática, na Universidade Católica Portuguesa e foi Assistente na mesma Universidade, leccionando na área da Eclesiologia, entre outras. Desempenhou as funções de Capelão Militar na Força Aérea Portuguesa, durante dois anos. A partir de 1990 estudou Teologia Sistemática, no Instituto Católico de Paris e na Universidade da Sorbonne, também em Paris, onde obteve o Diploma de Estudos Aprofundados. Ao mesmo tempo prestou assistência religiosa aos emigrantes portugueses na diocese de Evry-Corbeil-Essonnes.
A 1 de Julho de 2000 tornou-se Conselheiro Provincial e vice-Reitor do Seminário de Nossa Senhora de Fátima (escolasticado), em Alfragide. É Director do Secretariado Geral da Conferência Episcopal Portuguesa, desde Novembro de 2001.
Acualmente é o Vice presidente da União Europeia das Conferências dos Superiores/as Maiores.

Os conferencista da Semana Bíblica 2012

 
                                                            Padre Cipriano Pacheco

Vigário Episcopal para a ilha de São Miguel,  director Espiritual do Secretariado Bíblico de São Miguel, professor de História da Filosofia e de Estética e Teologia, licenciado em Histórico-Filosóficas pela Universidade dos Açores, e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade de S. Tomás de Aquino, Roma.

Os conferencista da Semana Bíblica 2012

                                                          Frei Fernando Ventura
 Franciscano capuchinho, nasceu em 1959. Teólogo e biblista, foi professor de Ciências Religiosas no ISCRA em Aveiro. É intérprete na Comissão Teológica Internacional da Santa Sé. Colabora, como tradutor, com diversos organismos internacionais, como a Ordem dos Capuchinhos, a OFS e a Federação Bíblica Mundial. Pertence ao quadro de redactores da revista Bíblica, onde assina artigos de aprofundamento teológico. Autor do primeiro estudo sobre Maria no Islamismo, lançou o livro Roteiro de Leitura da Bíblia (Editorial Presença). Ministra cursos e retiros, percorre o mundo, de convite em convite ou de conferência em conferência, como tradutor. É assíduo comentador de actualidade social e religiosa na SIC Notícias. A TSF escolheu-o como "figura do ano" em 2010.

sábado, 1 de setembro de 2012

Porquê quatro Evangelhos?

Santo Ireneu (séc.II) aplicou assim Ez 1, 4-14 e 10, 14 aos quatro Evangelistas: figura humana, Mateus;  leão, Marcos;
 touro, Lucas;  águia, João. E ajuda-nos a identificá-los.
A Igreja aceitou apenas os Quatro Evangelhos, escritos entre os anos 60 e 100. Porquê apenas quatro?
Parece que desde o princípio da Igreja houve uma certa propensão para o uso de um único Evangelho. Isso não significa que se negasse a autoridade dos outros. Naturalmente, os cristãos vindos do Judaísmo preferiam o Evangelho de Mateus, escrito sobretudo para lhes falar da relação de Cristo com a Lei de Moisés (Mt 5,17-7,29). Talvez tenham utilizado este Evangelho em discussões com os outros cristãos vindos da civilização helenista, que sustentavam não ser necessária a observância da Lei de Moisés (AT).
Marcião é também um caso especial a este respeito: usa o Evangelho de Lucas por lhe parecer o Evangelho que fala do amor de Deus, presente entre os homens em Jesus Cristo; mesmo assim, elimina algumas partes onde esse amor não lhe parece evidente ou onde se fala do Antigo Testamento, que ele rejeitou em bloco.
O movimento gnóstico utilizou e manipulou sobretudo o Evangelho de João (ver Jo 14,2-3; 17,16). Tassiano pretendia um compromisso entre as duas tendências (o uso de um único Evangelho e os quatro), harmonizando-os num só (o Diatesseron). Esta harmonização foi largamente seguida nas igrejas siríacas do Oriente, mas praticamente rejeitada nas igrejas ocidentais de língua grega e latina. De facto, fazendo dos Quatro Evangelhos apenas um só, destruíam-se as quatro teologias sobre Jesus, ficando apenas uma “História de Jesus”. Ora os Evangelhos são muito mais do que a História de Jesus.

domingo, 5 de agosto de 2012

" Evangelhos Sinópticos"


Por seguirem o mesmo esquema fundamental de Marcos, chamamos a Marcos, Mateus e Lucas “Evangelhos Sinópticos”; porque, se os dispusermos em colunas paralelas e fizermos deles uma leitura de conjunto, deparamos com semelhanças fundamentais e com diferenças de pormenor. Diferente dos “Evangelhos Sinópticos” é o Evangelho segundo São João, escrito entre os anos 90-100. Este Evangelho não segue o esquema histórico-geográfico de Mt, Mc e Lc (que tem origem em Mc) e é mais abundante em discursos de Jesus, com base nos factos da sua vida. Aparece, por isso, como o Evangelho teológico por excelência. O ambiente onde nasceu o Evangelho segundo São João e a sua relação com os Sinópticos continua a ser objecto de estudo por parte dos especialistas na matéria.

domingo, 1 de julho de 2012

"Quatro Evangelhos"

É esta experiência das comunidades cristãs que vai influir na tonalidade própria de cada um dos quatro Evangelhos. Por detrás da autoria individual dos Evangelhos a qual vem da Tradição do séc. II e não se encontra no texto dos Evangelhos está também uma ou várias comunidades cristãs. A Constituição Dei Verbum não declara que determinado Evangelho pertence a determinado evangelista como seu autor. Afirma apenas “a origem apostólica dos quatro Evangelhos (...) segundo Mateus, Marcos, Lucas e João” (n.° 18); isto é, são-lhes atribuídos. A Tradição ligava os Evangelhos de Mateus e de João aos respectivos Apóstolos; o de Lucas a Lucas, companheiro de Paulo; o de Marcos, a um companheiro de Pedro com esse nome. Com isso, pretendia-se ligar estes escritos à sua fonte, que é Cristo, e às suas testemunhas oculares. De facto, os Quatro Evangelhos representam o último estádio da tradição acerca das obras e das palavras de Jesus.

O 1.° período é constituído pelo próprio Jesus, de 6 a.C. a 30 d.C.. Jesus não escreveu; apenas anunciou oralmente a mensagem, através dos caminhos da Galileia, da Samaria e da Judeia, reunindo à sua volta um pequeno grupo de discípulos a quem iniciou nos mistérios do Reino dos céus (Mt 13,11).

O 2.° período tem o seu início depois da morte e ressurreição de Jesus. Depois da desilusão (Lc 24,18-21) e do medo (Jo 20,19-23), os Apóstolos, com a força do Espírito do Pentecostes (Act 2,1-13), lançaram-se no anúncio da mensagem do Mestre, não se preocupando muito com a escrita mas com a urgência do anúncio do Reino. Rapidamente se formaram muitas comunidades cristãs, tanto na Palestina como nas cidades do Império. Este 2.° período, ou primeira geração cristã, vai dos anos 30 a 70.

O 3.° período é constituído pela segunda geração cristã, ou seja, pelos discípulos dos Apóstolos e de outras testemunhas oculares de Jesus. Cada um deles tinha deixado mais marcada alguma tradição acerca de Jesus; agora, juntam-se as diferentes “tradições” para não se perder a memória do Senhor. Este período vai dos anos 60 a 100. É neste período que aparece a redacção definitiva dos Quatro Evangelhos.

A tonalidade própria de cada um desses Evangelhos, a nível literário e teológico, faz com que eles sejam semelhantes, mas também diferentes entre si. Essa tonalidade tem origem no estilo de cada evangelista e na intenção teológica de responder às necessidades específicas da comunidade a quem dirige o seu Evangelho.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

"Evangelho"

Chamamos “Evangelho” a um género literário de escritos do Novo Testamento que tem apenas quatro exemplares na literatura universal: os Evangelhos segundo Mateus, Marcos, Lucas e João. Este género de escritos apareceu depois das Cartas autênticas de Paulo e propôs-se transmitir factos e palavras da vida de Jesus de Nazaré, que as Cartas não tinham ainda referido.

 Os Evangelhos transmitem-nos factos históricos (Dv 19), mas não de maneira “fria” e “isenta”, à maneira da historiografia moderna; os factos e as palavras de Jesus são coloridos pela experiência das comunidades da primeira geração cristã, que vai dos anos 30 a 70.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

"O Espirito Santo"

"1A respeito dos dons do Espírito, irmãos, não quero que fiqueis na ignorância.
 2Sabeis que, quando éreis pagãos, vos deixáveis arrastar, irresistivelmente, para os ídolos mudos. 3Por isso, quero que saibais que ninguém, falando sob a acção do Espírito Santo, pode dizer: «Jesus seja anátema», e ninguém pode dizer: «Jesus é Senhor», senão pelo Espírito Santo.

4Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; 5há diversidade de serviços, mas o Senhor é o mesmo; 6há diversos modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos.

7A cada um é dada a manifestação do Espírito, para proveito comum.

8A um é dada, pela acção do Espírito, uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, segundo o mesmo Espírito; 9a outro, a fé, no mesmo Espírito; a outro, o dom das curas, no único Espírito; 10a outro, o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas.

 11Tudo isto, porém, o realiza o único e o mesmo Espírito, distribuindo a cada um, conforme lhe apraz."

Fonte: Bíblia Sagrada (1Cor 12, 1-11)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

" Um Dia com a BÍBLIA"


Como tem acontecido , ao longo dos anos, a culminar as suas atividades planeadas, o Secretariado promoveu um encontro, com todos os que amam a Bíblia, para se fazer a festa da Palavra.
A reunião dos quarenta e dois participantes ocorreu no Centro Pastoral Pio XII, durante a tarde do feriado 25 de Abril.
A cada elemento presente foi distribuída uma pasta com a documentação necessária, bem como outro material de apoio à divulgação da Palavra.
Com  cânticos, jograis , leitura , escuta e reflexão da Palavra de Deus no Evangelho de Marcos, foi preenchida a Primeira parte do encontro.
A conferência proferida pelo Senhor Padre Cipriano Pacheco subordinada ao tema " A Nova Evangelização" e um power point  com o "testamento de Jesus Cristo" preencheram a segunda parte do programa.
O Encontro terminou  com um cântico de despedida e com a alegria e a paz de quem viveu aquelas horas em partilha e união com Deus e com os irmãos!
                                                                                                       

domingo, 22 de abril de 2012

Encontro com leitores



O  SECRETARIADO BÍBLICO  numa tentativa de ajudar a valorizar a Liturgia da Palavra nas Eucaristias dominicais, convidou todos os leitores da ilha para um encontro com os seguintes  pontos:

1- O Leitor, um  mensageiro da Boa Nova
2- Atitudes do Leitor
3- O leitor, primeiro ouvinte da Palavra

Apesar da fraca adesão dos nossos leitores, cremos que os temas tratados poderão  ter sido  um pequeno contributo de valorização pessoal  e poderão ter contribuído  também  para uma maior e melhor  divulgação da Palavra de  Deus.
Obrigado a todos os participantes!

domingo, 8 de abril de 2012

Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor


No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo logo de manhã, ainda escuro, e viu retirada a pedra que o tapava.
Correndo, foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, o que Jesus amava, e disse-lhes: «O Senhor foi levado do túmulo e não sabemos onde o puseram.»

Pedro saiu com o outro discípulo e foram ao túmulo.
Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo correu mais do que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.
Inclinou-se para observar e reparou que os panos de linho estavam espalmados no chão, mas não entrou.

Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no túmulo e ficou admirado ao ver os panos de linho espalmados no chão,
ao passo que o lenço que tivera em volta da cabeça não estava espalmado no chão juntamente com os panos de linho, mas de outro modo, enrolado noutra posição.

Então, entrou também o outro discípulo, o que tinha chegado primeiro ao túmulo. Viu e começou a crer,
pois ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.

Fonte: Bíblia Sagrada (Jo 20, 1-9)

sábado, 7 de abril de 2012

É a Páscoa do Senhor! Aleluia!


Se “Páscoa” significa “passagem”, então, para os cristãos, celebrar a Páscoa é celebrar a “passagem ” de Jesus Cristo pela história humana, com tudo o que essa passagem implicou, inclusive, a passagem por excelência, como seja, a da morte á Vida.

Conforme o testemunho dos mais próximos discípulos de Jesus, sabemos que Ele “passou pelo mundo fazendo o bem”. Contudo, nem por isso deixaram de passar por experiências tão difíceis ou incompreensíveis como o sofrimento, a paixão e a morte. No meio de tudo isso, a inaudita novidade foi que no caso de Jesus a morte não foi o fim da sua vida. Foi a “passagem” a uma outra vida. Dir-se-ia que foi a passagem que incluía e encerrava todas as “passagens” que Jesus realizou entre os seus contemporâneos e aqueles com que se cruzava no decurso da sua missão. Era o que acontecia quando os fazia “passar” da doença à respectiva cura, de modo à fé, do pecado à graça do perdão, da cegueira à visão, da situação de “perdidos” a “encontrados”, da Cruz ao Reino de Deus, da exclusão à reintegração, do particularismo religioso á universalidade do amor de Deus, da desolação à esperança, a prostração ao pôr-se a caminho, do túmulo à ressurreição. Foram imensas as “passagens” a que Jesus deu lugar!

Para os cristãos, celebrar a Páscoa de Jesus Cristo é pôr-se a caminho, à semelhança de Maria Madalena que, nada tendo visto no túmulo de Jesus, foi levar a notícia do Ressuscitado aos Apóstolos, fazendo com que se levantassem da sua desolação e de pusessem a caminho ao encontro do Ressuscitado.
A Páscoa de Jesus convida os cristãos, mesmo apesar das suas fragilidades, a serem facilitadores de “passagem” a todos quantos se encontrarem em situações de impasse, prostrados ou abatidos, em ordem a uma vida liberta do império do mal e da morte, na certeza de que o Ressuscitado está vivo e presente em todas as situações por que passam todos os humanos.
Feliz Páscoa!

                                                 Por: Pe. Cipriano Pacheco 
                                       (Assistente Espiritual do Secretariado Bíblico)

RESSUSCITOU!

Depois de passar o sábado, Maria de Magdala, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram perfumes para ir embalsamá-lo.
De manhã, ao nascer do sol, muito cedo, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro.
Diziam entre si: «Quem nos irá tirar a pedra da entrada do sepulcro?»

Mas olharam e viram que a pedra tinha sido rolada para o lado; e era muito grande.
Entrando no sepulcro, viram um jovem sentado à direita, vestido com uma túnica branca, e ficaram assustadas.
Ele disse-lhes: 
«Não vos assusteis! Buscais a Jesus de Nazaré, o crucificado? Ressuscitou; não está aqui

Vede o lugar onde o tinham depositado. Ide, pois, e dizei aos seus discípulos e a Pedro:
 'Ele precede-vos a caminho da Galileia; lá o vereis, como vos tinha dito’.»

Fonte: Bíblia Sagrada (Mc 16, 1-7)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

«Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos»

Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cédron, onde havia um horto, e ali entrou com os seus discípulos.
Judas, aquele que o ia entregar, conhecia bem o sítio, porque Jesus se reunia ali frequentemente com os discípulos.

Judas, então, guiando o destacamento romano e os guardas ao serviço dos sumos sacerdotes e dos fariseus, munidos de lanternas, archotes e armas, entrou lá.
Jesus, sabendo tudo o que lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «Quem buscais?»
Responderam-lhe: «Jesus, o Nazareno.» Disse-lhes Ele: «Sou Eu!» E Judas, aquele que o ia entregar, também estava junto deles.

Logo que Jesus lhes disse: 'Sou Eu!', recuaram e caíram por terra.
E perguntou-lhes segunda vez: «Quem buscais?» Disseram-lhe: «Jesus, o Nazareno!»
Jesus replicou-lhes: «Já vos disse que sou Eu. Se é a mim que buscais, então deixai estes ir embora.»
Assim se cumpria o que dissera antes: 'Dos que me deste, não perdi nenhum.'

Nessa altura, Simão Pedro, que trazia uma espada, desembainhou-a e arremeteu contra um servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco.
Mas Jesus disse a Pedro: «Mete a espada na bainha. Não hei-de beber o cálice de amargura que o Pai me ofereceu?»
Então, o destacamento, o comandante e os guardas das autoridades judaicas prenderam Jesus e manietaram-no.
E levaram-no primeiro a Anás, porque era sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano.
Caifás era quem tinha dado aos judeus este conselho: 'Convém que morra um só homem pelo povo'.
Entretanto, Simão Pedro e outro discípulo foram seguindo Jesus. Esse outro discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e pôde entrar no seu palácio ao mesmo tempo que Jesus.
Mas Pedro ficou à porta, de fora. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do Sumo Sacerdote, falou com a porteira e levou Pedro para dentro.

Disse-lhe a porteira: «Tu não és um dos discípulos desse homem?» Ele respondeu: «Não sou.»
Lá dentro estavam os servos e os guardas, de pé, aquecendo-se à volta de um braseiro que tinham acendido, porque fazia frio. Pedro ficou no meio deles, aquecendo-se também.
Então, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.
Jesus respondeu-lhe: «Eu tenho falado abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo.

Porque me interrogas? Interroga os que ouviram o que Eu lhes disse. Eles bem sabem do que Eu lhes falei.»
Quando Jesus disse isto, um dos guardas ali presente deu-lhe uma bofetada, dizendo: «É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?»
Jesus replicou: «Se falei mal, mostra onde está o mal; mas, se falei bem, porque me bates?»
Então, Anás mandou-o manietado ao Sumo Sacerdote Caifás.
Entretanto, Simão Pedro estava de pé a aquecer-se. Disseram-lhe, então: «Não és tu também um dos seus discípulos?» Ele negou, dizendo: «Não sou.»
Mas um dos servos do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse-lhe: «Não te vi eu no horto com Ele?»
Pedro negou Jesus de novo; e nesse instante cantou um galo.

De Caifás, levaram Jesus à sede do governador romano. Era de manhã cedo e eles não entraram no edifício para não se contaminarem e poderem celebrar a Páscoa.
Pilatos veio ter com eles cá fora e perguntou-lhes: «Que acusações apresentais contra este homem?»
Responderam-lhe: «Se Ele não fosse um malfeitor, não to entregaríamos.»
Retorquiu-lhes Pilatos: «Tomai-o vós e julgai-o segundo a vossa Lei.» «Não nos é permitido dar a morte a ninguém», disseram-lhe os judeus,
em cumprimento do que Jesus tinha dito, quando explicou de que espécie de morte havia de morrer.
Pilatos entrou de novo no edifício da sede, chamou Jesus e perguntou-lhe: «Tu és rei dos judeus?»
Respondeu-lhe Jesus: «Tu perguntas isso por ti mesmo, ou porque outros to disseram de mim?»
Pilatos replicou: «Serei eu, porventura, judeu? A tua gente e os sumos sacerdotes é que te entregaram a mim! Que fizeste?»
Jesus respondeu: «A minha realeza não é deste mundo; se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que Eu não fosse entregue às autoridades judaicas; portanto, o meu reino não é de cá.»
Disse-lhe Pilatos: «Logo, Tu és rei!» Respondeu-lhe Jesus: «É como dizes: Eu sou rei! Para isto nasci, para isto vim ao mundo: para dar testemunho da Verdade. Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz.»
Pilatos replicou-lhe: «Que é a verdade?» Dito isto, foi ter de novo com os judeus e disse-lhes: «Não vejo nele nenhum crime.
Mas é costume eu libertar-vos um preso na Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus?»
Eles puseram-se de novo a gritar, dizendo: «Esse não, mas sim Barrabás!» Ora Barrabás era um salteador.
Então, Pilatos mandou levar Jesus e flagelá-lo.
Depois, os soldados entrelaçaram uma coroa de espinhos, cravaram-lha na cabeça e cobriram-no com um manto de púrpura;
e, aproximando-se dele, diziam-lhe: «Salve! Ó Rei dos judeus!» E davam-lhe bofetadas.
Pilatos saiu de novo e disse-lhes: «Vou trazê-lo cá fora para saberdes que eu não vejo nele nenhuma causa de condenação.»
Então, saiu Jesus com a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: «Eis o Homem!»
Assim que viram Jesus, os sumos sacerdotes e os seus servidores gritaram: «Crucifica-o! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Levai-o vós e crucificai-o. Eu não descubro nele nenhum crime.»
Os judeus replicaram-lhe: «Nós temos uma Lei e, segundo essa Lei, deve morrer, porque disse ser Filho de Deus.»
Quando Pilatos ouviu estas palavras, mais assustado ficou.
Voltou a entrar no edifício da sede e perguntou a Jesus: «Donde és Tu?» Mas Jesus não lhe deu resposta.
Pilatos disse-lhe, então: «Não me dizes nada? Não sabes que tenho o poder de te libertar e o poder de te crucificar?»
Respondeu-lhe Jesus: «Não terias nenhum poder sobre mim, se não te fosse dado do Alto. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado.»
A partir daí, Pilatos procurava libertá-lo, mas os judeus clamavam: «Se libertas este homem, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei declara-se contra César.»
Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora e fê-lo sentar numa tribuna, no lugar chamado Lajedo, ou Gabatá em hebraico.
Era o dia da Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Disse, então, aos judeus: «Aqui está o vosso Rei!»
E eles bradaram: «Fora! Fora! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Então, hei-de crucificar o vosso Rei?» Replicaram os sumos sacerdotes: «Não temos outro rei, senão César.»

Então, entregou-o para ser crucificado. E eles tomaram conta de Jesus.
Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota,
onde o crucificaram, e com Ele outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio.
Pilatos redigiu um letreiro e mandou pô-lo sobre a cruz. Dizia: «Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.»
Este letreiro foi lido por muitos judeus, porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado era perto da cidade e o letreiro estava escrito em hebraico, em latim e em grego.
Então, os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: «Não escrevas 'Rei dos Judeus', mas sim: 'Este homem afirmou: Eu sou Rei dos Judeus.'»
Pilatos respondeu: «O que escrevi, escrevi.»

Os soldados, depois de terem crucificado Jesus, pegaram na roupa dele e fizeram quatro partes, uma para cada soldado, excepto a túnica. A túnica, toda tecida de uma só peça de alto a baixo, não tinha costuras.
Então, os soldados disseram uns aos outros: «Não a rasguemos; tiremo-la à sorte, para ver a quem tocará.» Assim se cumpriu a Escritura, que diz: Repartiram entre eles as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. E foi isto o que fizeram os soldados.
Junto à cruz de Jesus estavam, de pé, sua mãe e a irmã da sua mãe, Maria, a mulher de Clopas, e Maria Madalena.
Então, Jesus, ao ver ali ao pé a sua mãe e o discípulo que Ele amava, disse à mãe: «Mulher, eis o teu filho!»
Depois, disse ao discípulo: «Eis a tua mãe!» E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua.
Depois disso, Jesus, sabendo que tudo se consumara, para se cumprir totalmente a Escritura, disse: «Tenho sede!»
Havia ali uma vasilha cheia de vinagre. Então, ensopando no vinagre uma esponja fixada num ramo de hissopo, chegaram-lha à boca.
Quando tomou o vinagre, Jesus disse: «Tudo está consumado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
Como era o dia da Preparação da Páscoa, para evitar que no sábado ficassem os corpos na cruz, porque aquele sábado era um dia muito solene, os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.

Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e também ao outro que tinha sido crucificado juntamente.
Mas, ao chegarem a Jesus, vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas.
Porém, um dos soldados traspassou-lhe o peito com uma lança e logo brotou sangue e água.
Aquele que viu estas coisas é que dá testemunho delas e o seu testemunho é verdadeiro. E ele bem sabe que diz a verdade, para vós crerdes também.

É que isto aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: Não se lhe quebrará nenhum osso.
E também outro passo da Escritura diz: Hão-de olhar para aquele que trespassaram.
Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas secretamente por medo das autoridades judaicas, pediu a Pilatos que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. E Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e retirou o corpo.
Nicodemos, aquele que antes tinha ido ter com Jesus de noite, apareceu também trazendo uma mistura de perto de cem libras de mirra e aloés.
Tomaram então o corpo de Jesus e envolveram-no em panos de linho com os perfumes, segundo o costume dos judeus.

No sítio em que Ele tinha sido crucificado havia um horto e, no horto, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado.
Como para os judeus era o dia da Preparação da Páscoa e o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.
Fonte: Bíblia Sagrada (18,1-40.19,1-42)

quinta-feira, 5 de abril de 2012

"Na verdade, dei-vos exemplo para que, assim como Eu fiz, vós façais também"

Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo.

O diabo já tinha metido no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, a decisão de o entregar.
Enquanto celebravam a ceia, Jesus, sabendo perfeitamente que o Pai tudo lhe pusera nas mãos, e que saíra de Deus e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, tomou uma toalha e atou-a à cintura.
Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que atara à cintura.

Chegou, pois, a Simão Pedro. Este disse-lhe: «Senhor, Tu é que me lavas os pés?»
Jesus respondeu-lhe: «O que Eu estou a fazer tu não o entendes por agora, mas hás-de compreendê-lo depois.»
Disse-lhe Pedro: «Não! Tu nunca me hás-de lavar os pés!» Replicou-lhe Jesus: «Se Eu não te lavar, nada terás a haver comigo.»
Disse-lhe, então, Simão Pedro: «Ó Senhor! Não só os pés, mas também as mãos e a cabeça!»
Respondeu-lhe Jesus: «Quem tomou banho não precisa de lavar senão os pés, pois está todo limpo. E vós estais limpos, mas não todos.»

Ele bem sabia quem o ia entregar; por isso é que lhe disse: 'Nem todos estais limpos'.
Depois de lhes ter lavado os pés e de ter posto o manto, voltou a sentar-se à mesa e disse-lhes:
«Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-me 'o Mestre' e 'o Senhor', e dizeis bem, porque o sou.
Ora, se Eu, o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros.

Na verdade, dei-vos exemplo para que, assim como Eu fiz, vós façais também.

Fonte: Bíblia Sagrada (Evangelho segundo S. João 13,1-15)

sábado, 31 de março de 2012

O SECRETARIADO BÍBLICO COM ANIMADORES DE GRUPO


No dia 23 de Março de 2012, no Centro Pastoral  Pio XII, o Secretariado reuniu com um grupo de dezasseis pessoas com a seguinte esquema de trabalho:


1- Conversa prévia com os representantes dos grupos para uma partilha de experiências, de dificuldades ou de situações vividas que contribuíssem para o enriquecimento de todos.

ORAÇÃO INICIAL : CÂNTICO - "Ide vós também"

                                  JOGRAL- Servidores da Palavra

2- Foram revistas algumas atitudes aconselháveis a quem anima um grupo , bem como algumas  dicas de como "ler" um texto bíblico.

3- O Leigo na Igreja, à luz do Vaticano II, como o momento de reflexão para os presentes no que toca à sua responsabilidade de Animadores de Grupo.

4- Reflexão e partilha individual de cinco dos elementos presentes, dum texto bíblico previamente escolhido e meditado por cada um.

ORAÇÃO FINAL

                                                                   CÂNTICO -" Vai amigo vai..."

Apesar de serem poucos os Grupos que se fizeram representar, passou-se um serão muito agradável ,porque ativo e participado, onde as pessoas se sentiam em comunhão à volta da Palavra de Deus e com a Palavra de Deus.



LER,ORAR, MEDITAR E PARTILHAR A PALAVRA DE DEUS EM GRUPO- UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O Secretariado Bíblico com os Irmãos Romeiros

O Secretariado Bíblico de São Miguel no âmbito da sua ação evangelizadora, esteve mais um ano reunido com os Irmãos Romeiros da nossa ilha para  partilhar o seu amor e os seus conhecimentos sobre a  Palavra de Deus.

 Havia necessidade de mais uma vez fazer ver, que os romeiros são o único movimento da Igreja Católica, que vai ao coração das famílias, tendo ai uma oportunidade única para Evangelizar.
E foi assim ao longo de quase dois meses que o Secretariado Bíblico Levou com muita alegria a Palavra de Deus aos irmãos romeiros, tendo assim contactado na totalidade mais  de quinhentos irmãos romeiros, fica aqui uma retrospectiva do que foram estes encontros.

Reunião Anual dos Responsáveis das Romarias Quaresmais 29/01/2012

A convite do Coordenador Geral dos Grupos de Romeiros de  S. Miguel, o Secretariado Bíblico teve por missão tratar os temas Propostos: " Crise ,na Bíblia " e o "Evangelho , segundo S. Marcos" perante mais de duas centenas de Romeiros de toda a ilha.
Mais uma vez, apraz ao Secretariado constatar e evidenciar a atenção e a disciplina com que todos escutaram e aceitaram a nossa mensagem.
Havia ali uma atmosfera acolhedora que se traduzia nas atitudes, nos sorrisos e nas palavras.

Saímos deste encontro grandemente gratificados e agradecidos por nos ter sido dada mais uma oportunidade de divulgar a PALAVRA DE DEUS.

Encontro com os Irmãos Romeiros da Ouvidoria de Lagoa 07/02/2012

Na noite de 7 de fevereiro, o Secretariado reuniu com cerca de uma centena e meia de romeiros provenientes da Ouvidoria da Lagoa, no Salão Paroquial de Santa Cruz e na presença do Padre Ouvidor, do Pároco dos Romeiros do Livramento e do Pároco da própria freguesia.
Foram acolhidos com uma projecção alusiva à Romaria e completada  com a citação bíblica :Jo15,16 - Não fostes vós que me escolhestes; fui Eu que vos escolhi a vós e vos destinei a ir e a dar fruto, e fruto que permaneça; e assim tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome Ele vo-lo concederá.
Feita a ORAÇÃO INICIAL com o cântico " Deus é para mim SEGURANÇA  e segundo a tradição dos romeiros , um elemento do secretariado abordou o tema pedido: "A crise na Bíblia" com leitura da Bíblia e comentários alusivos.
Após um breve intervalo , e com Cântico " Caminha Povo de Deus..." iniciou-se a segunda parte do serão com o tema também pedido :" Jesus no Evangelho de Marcos e o que DIZ Jesus da Sua Palavra, segundo o mesmo evangelho.
A encerrar o encontro, o Senhor Padre de Santa Cruz dirigiu ao secretariado e aos Romeiros algumas palavras de apreço, bem como recomendações adequadas à Romaria.
Depois da oração final orientada pelos romeiros , foi a despedida. Tinha-se passado o serão que se pretendeu fosse, essencialmente , de formação bíblica.
Nunca será demais salientar a atenção e o respeito da assistência bem como o bom acolhimento  dispensado ao Secretariado .

Encontro com os irmãos do Rancho de romeiros de São José em Ponta Delgada 09/02/2012

Foi na noite de quinta feira, dia 9 de Fevereiro de 2012, que o rancho de Romeiros de S. José se reuniu para uma formação bíblica, na igreja daquela freguesia, pelas  20.30H.
A começar,  uma saudação do secretariado, agradecendo também o convite.
Seguiu-se a oração inicial segundo o critério do  rancho de Romeiros .
A formação constou  inicialmente da projecção do P P com a  composição da Bíblia. Em seguida, e com auxílio de várias leituras bíblicas,  abordou-se : " Os Quatro Pilares da Bíblia: Pentateuco -Profetas - Templo e Jesus Cristo  segundo o evangelho de Mateus.
A parte final constou duma projecção em vídeo que tinha por título: " Se a Bíblia fosse como o meu telemóvel".
O encontro terminou com uma oração orientada pelo próprio rancho.
É de registar, tanto o empenho manifestado, como a atenção e acolhimento que prestaram à Equipa do Secretariado os cerca de 40 irmãos presentes.

Formação Bíblica na Ouvidoria de Ribeira Grande 13 e 14 de Fevereiro 2012

Com cerca de uma centena e meia de pessoas ( Romeiros de toda a ouvidoria e comunidade em geral) se deu  início a este encontro de dois dias com a PALAVRA DE DEUS!
O cântico "Fala , Senhor, pela Bíblia" marcou o começo, seguido duma breve intervenção do Padre Ouvidor que saudou o secretariado e fez algumas recomendações aos participantes.
Como introdução e motivação para o encontro foi lido e comentado o Salmo 1,1-3.
Seguiu-se a passagem dum P P com a composição da Bíblia nos dois testamentos ,acompanhada de comentários alusivos.
A segunda parte do encontro consistiu em trabalho prático de encontrar na Bíblia capítulos e versículos e leitura comentada dos respectivos textos bíblicos.
"É como a chuva que lava" foi o cântico de encerramento do 1º dia.
No dia seguinte abriu-se o encontro com o cântico " Nós vimos para escutar".
Novamente em P P se expôs aos participantes quais as características dum grupo bíblico e porque devemos ler a Bíblia, preferencialmente em grupo.
A última parte desta acção de formação constou de "como ler um texto bíblico" sendo para isso indicada uma  Lectio divina  do texto de Marcos-7,31-37.
O encontro terminou com o cântico " É preciso renascer" e com palavras de agradecimento, bem como de alguns avisos do Ouvidor à sua comunidade.

Encontro com os irmãos do Rancho de Romeiros da Sete Cidades 16/02/2012

Decorreu, no Salão da Casa Paroquial de Sete Cidades, um encontro do Secretariado Bíblico com os 32 irmãos do Rancho local.
O  serão iniciou-se com uma saudação aos presentes  e fazendo um apelo a que, como Romeiros ,sejam leitores assíduos da Bíblia.
Depois da oração inicial , orientada pelo Contra - Mestre teve lugar uma projecção em power point da composição da Bíblia e sua divisão em capítulos e versículos.
Houve a intercalar mais um cântico para se continuar com o Tema : EVANGELIZAR , comentado e fundamentado com leituras bíblicas.
A finalizar o encontro, ainda houve outra passagem em vídeo intitulada" ...E se a Bíblia fosse como o  meu telemóvel".
De salientar o carinho e o amor demostrado pela Palavra de Deus por todos os Irmãos Romeiros.
À despedida , o Mestre agradeceu e o secretariado disponibilizou-se, com toda a vontade ,para futuras acções.

Encontro com os irmãos do Rancho de Romeiros do Cabouco 17/02/2012

Cerca  de quatro dezenas de Romeiros reuniram-se na Igreja local para um encontro de formação bíblica com o Secretariado.
Depois da oração inicial orientada pelo  Rancho , e que consistiu em beijar a Cruz, com cântico alusivo,  teve lugar a passagem de um vídeo com o tema « RAIZES DOS ROMEIROS» com imagens relacionadas  com  uma romaria e  fundamentadas na Bíblia.
Seguiu-se a exploração do tema  « CAMINHO » na Bíblia, com comentários e leituras bíblicas.
A finalizar os Romeiros voltaram a orientar a oração final do encontro.
Agradecendo a atenção e o acolhimento dispensados o secretariado deu por terminado mais este encontro com Romeiros.

Encontro com os irmãos do Rancho de Romeiros de Agua de Pau 24/02/2012

Foi na noite de 24 de Fevereiro de 2012, no salão paroquial daquela Vila.
Cerca de sete dezenas de Romeiros estiveram reunidos à volta da Bíblia, durante uma hora e meia.  O tempo foi preenchido da seguinte forma: Oração inicial orientada pelo Mestre. Seguidamente, e  com fundamentação bíblica ,abordou-se o tema " As crises - Uma resposta na Bíblia" e " Jesus no Evangelho de Marcos". Estes temas foram intercalados com um Cântico " Jesus vive em mim" escolhido pelo rancho.
Os Romeiros seguiam as leituras indicadas, pelas bíblias ,umas trazidas outras cedidas pelo Secretariado para o momento.
A terminar foi  passado um vídeo intitulado " As Raízes da Romaria" fundamentado na Bíblia e que foi do agrado geral.
Depois dos agradecimentos  foi a despedida, com votos recíprocos de bom trabalho e de boa romaria.

Encontro com os irmãos do Rancho de Vila Franca do Campo 26/02/2012

Na tarde luminosa de domingo passado,  DIA 26 DE FEVEREIRO, pelas 16H, o Secretariado reuniu com o grupo de Romeiros de Vila Franca. Estavam presentes cerca de setenta irmãos que se dispuseram a  ler e a escutar a Palavra de Deus.
O tema " CAMINHO NA BÍBLIA" foi o escolhido e apresentado com a ajuda da Bíblia que todos os presentes  abriram e manusearam.
Todos se mostravam visivelmente interessados, atentos e agradados.
A terminar o Encontro foi passado o Vídeo " As raízes dos Romeiros" sempre tão do agrado de todos os participantes.
Depois de cerca de uma hora e meia, despedimo-nos  marcados pela alegria do encontro e pela possibilidade de poder partilhar , mais uma vez, a PALAVRA DE  DEUS.



No final destes encontros a equipa do Secretariado Bíblico dá graças a Deus e agradeçe a todos os irmãos Romeiros, pela oportunidade que nos foi concedida de podermos lançar a Semente que é a Palavra de Deus, agora cabe a todos os que escutaram tratar desta semente para que Ela,  possa nascer e dar fruto no vosso coração e nas vossas vidas.
Uma Santa Romaria e  uma Feliz Páscoa a todos os Irmãos Romeiros e suas familias.  Paz e Bem!







terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Notícias do Secretariado Bíblico

NA OUVIDORIA DE CAPELAS
OBJECTIVO - Aproximar a BÍBIA  das pessoas
DESTINATÁRIOS- TODOS, mas especialmente os menos familiarizados com a Bíblia.
LOCAL - Igreja de Na. Senhora da Ajuda ( Bretanha)
Horário - 20.30 H- 22H
CALENDÁRIO- 26-27 de Janeiro de 2012
Igreja de N.Sra da Ajuda Bretanha São Miguel

                                                                              1º DIA

Logo à entrada do templo fomos surpreendidos com um bonito arranjo floral  ladeado por um cartaz que dizia: « FALA, SENHOR, QUE EU ESCUTO , ESCUTA, SENHOR, QUE TE FALO». Dentro do templo encontramos a Bíblia enquadrada num bonito arranjo de flores, com sete hastes, a simbolizar os sete dons do Espírito Santo.    Em baixo, um caminho semeado de velas acesas a indicar que a Palavra é Luz e Caminho.

Fomos acolhidos pelo senhor padre José Maria, pároco local, que sempre nos acompanhou durante o primeiro dia.

Esquema seguido: Projecção em P P da composição da Bíblia com  comentários .

Trabalho prático de situar os livros da Bíblia  e leitura comentada de Mc. 9,2-7 , como exemplo de como ler um texto bíblico.   

Encerrou-se o serão com o cântico final "É preciso renascer" ( PV)          

                                                                                            2º DIA                      

O serão iniciou-se com cânticos sugeridos  e preparados pela assistência e com a leitura do Sl.16,7-11

Em seguida , reflectiu-se em  PORQUE LER A BÍBLIA EM GRUPO

 Depois, a  Bíblia dividida em capítulos e versículos e trabalho prático de , dada uma citação, encontrar o texto a ler.

Como última parte, leitura comentada de Mc.7,35-38 para exemplo de como ler um texto bíblico.

Durante o cântico final "E pelo mundo eu vou...", foram distribuídas citações bíblicas também preparadas pelos participantes. E foi oferecida ao secretariado uma linda orquídea branca.

No final houve um lanche de convívio e confraternização,

2017 Ano litúrgico A

2017 Ano litúrgico A

BIBLIA = BIBLIOTECA

BIBLIA = BIBLIOTECA

Trabalhos em PowerPoint disponiveis para Download

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Obrigado pela sua visita
Volte sempre e
fique com Deus!

"Porque esta PALAVRA está muito perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires" (Deut.30.14)